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terça-feira, 22 de abril de 2008

Organogramas

Um organograma é uma das formas mais versáteis de se apresentar uma idéia, sendo que sua praticidade de representá-la está no auge de uma organização prestativa e comunicativa.


Organogramas são representações esquemáticas que medem a grandeza de uma idéia da forma conjuntiva um determinado projeto.

Um Organograma é dividido em fases, sendo que cada nível de sua fase expõe uma categoria ou direção diferente.


Um organograma pode ser (Wikipédia):

  1. Clássicos - O organograma clássico também é chamado de vertical. É o mais comum tipo de organograma, elaborado com retângulos que representam os órgãos e linhas que fazem a ligação hierárquica e de comunicação entre eles.


     

  2. Não clássicos - São todos os demais tipos como abaixo:


     

  • Em barras - são representados por intermédio de longos retângulos a partir de uma base vertical, onde o tamanho do retângulo é diretamente proporcional à importância da autoridade que o representa.
  • Em setores (setorial, setograma) - são elaborados por meio de círculos concêntricos, os quais representam os diversos níveis de autoridade a partir do círculo central, onde se localiza a autoridade maior da empresa.
  • Radial (solar, circular) - o seu objetivo é mostrar o macrossistema das empresas componentes de um grande grupo empresarial.
  • Lambda - apresentam, apenas, grupos de órgãos que possuam características comuns.
  • Bandeira - apresentam grupos de órgãos que possuem uma missão específica e bem definida na estrutura organizacional, normalmente em quatro níveis.
  • Organograma Linear de Responsabilidade (OLR) - possui um diferenciador em relação aos demais organogramas, pois a sua preocupação não é apresentar o posicionamento hierárquico, mas sim o inter-relacionamento entre diversas atividades e os responsáveis por cada uma delas.
  • Informativo - apresenta um máximo de informações de diversas naturezas relacionadas com cada unidade organizacional da empresa.


     

    Exemplo:


     

    Supondo que teríamos que entregar um projeto de organização dos funcionários de uma escola por hierarquia. Nossa idéia final ficou o seguinte:


     

        A Diretora é a principal categoria sendo que é suplente dela a subdiretora, onde devem controlar três áreas da escola: 1) Docente 2) Administrante e 3) Pedagoga.


     

        Para essa situação poderíamos construir o seguinte organograma:


     

organogramas

Fonte: Wikipédia

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008

Falácia

Falácias são erros lógicos muito usados em propostas de debate política, namoro e até mesmo no nosso dia-a-dia. Normalmente um falacioso não sabe que comete esses erros, pois não erros que parecem a princípio ser coerentes e sem nenhum aspecto suspeito.
A STR(Sociedade da Terra Redonda) tem um dos melhores materiais sobre falácia que conheço na língua portuguesa, sendo que suas matérias sobre falácias, são de importantíssimo interesse  para aqueles que vão ingressar na área de advocacia 
ou política.
Segue abaixo uma lista da falácias mais famosas(Que estão em latim) retiradas do site da STR.

Lista de Falácias:

Acento
Ad Hoc
Afirmação do Conseqüente
Anfibolia
Evidência Anedota
Argumentum Ad Antiquitatem
Argumentum Ad Baculum / Apelo Para Força
Argumentum Ad Crumenam
Argumentum Ad Hominem
Argumentum Ad Ignorantiam
Argumentum Ad Lazarum
Argumentum Ad Logicam
Argumentum Ad Misericordiam
Argumentum Ad Nauseam
Argumentum Ad Novitatem
Argumentum Ad Numerum
Argumentum Ad Populum
Argumentum Ad Verecundiam
Audiatur Est Altera Pars
Bifurcação
Circulus In Demonstrando
Pergunta Complexa / Falácia de Interrogação/ Falácia de Pressuposição
Falácias de Composição
Acidente Inverso / Generalização Apressada
Convertendo Uma Condicional
Cum Hoc Ergo Propter Hoc
Negação do Antecedente
A Falácia de Acidente / Generalização Arrasadora / Dicto Simpliciter
Falácia de Divisão
Equívoco / Falácia de Quatro Termos
A Analogia Estendida
Ignoratio Elenchi / Conclusão Irrelevante
A Falácia da Lei da Natureza / Apelo à Natureza
A Falácia "Nenhum Escocês de Verdade..."
Non Causa Pro Causa
Non Sequitur
Petitio Principii / Implorando a Pergunta
Plurium Interrogationum / Muitas Perguntas
Post Hoc Ergo Propter Hoc
Pista Falsa
Reificação / Hipoestatização
Trocando o Ônus da Prova
O Argumento do Declive Escorregadio
Espantalho
Tu Quoque
Falácia do Meio Não distribuído / Falácias "A é Baseado em B" / Falácias "...é um tipo de..."



(Fonte, STR)

domingo, 24 de fevereiro de 2008

Pseudociência


Uma pseudociência é uma informação ou campo que se diz baseada em fatos científicos mas que não foi gerada e apresentada pelos métodos científicos.


Normalmente, uma pseudociência se expressa de forma sensacionalista, onde seus embasamentos são fundados por poucas evidências científicas e uma enorme utilização de emoções ou promessas de até então sonhos ou conspirações místicas, tentando sempre se validar na área científica.


Na página sobre pseudociência da wikipédia, fala sobre a classificação de uma pseudociência, que seria:


Classificação das pseudociências:


Tipicamente, as pseudociências falham ao não adoptar os critérios da ciência em geral (incluindo o método científico), e podem ser identificadas por uma combinação de uma destas características:
Ao aceitar verdades sem o suporte de uma evidência experimental;
Ao aceitar verdades que contradizem resultados experimentais estabelecidos;
Por deixar de fornecer uma possibilidade experimental de reproduzir os seus resultados;
Ao aceitar verdades que violam falseabilidade;
Por violar a Razão de Oiçam (o princípio da escolha da explicação mais simples quando múltiplas explicações viáveis são possíveis); quanto pior for a escolha, maior será a possibilidade de errar
.


Pseudociências são distinguíveis de revelações, teologias ou espiritualidade pois elas dizem revelar a verdade do mundo físico por meios científicos (ou seja, muitas normalmente de acordo com o método científico). Sistemas de pensamento que se baseiam em pensamentos de origem "divina" ou "inspirados" não são considerados pseudociência se eles não afirmam serem científicos ou não vão contra a ciência.




Um bom exemplo de pseudociência é o Moto-contínuo.


Moto-contínuo


Steorn Invento


Uma moto-contínuo, ou máquina de movimento perpétuo (Em latim perpetuum mobile), é uma máquina que se auto sustenta, ou seja, através de seus próprios movimentos ela consegue gerar energia suficiente para se manter em movimento perpétuamente.


A existência desse engenho é hoje considerada impossível para nossas leis da física, e é considerada uma pseudociência. Muitos na história já afirmaram ter construído máquinas capazes de gerar mais energia do que utiliza, e, talvez, o mais recente desses foi o de Sean McCarthy, diretor da empresa irlandesa Steorn, que lançou um desafio á comunidade científica a pouco tempo, e é claro, perdeu.


É como disse um dos maiores astrônomos contemporâneos em seu livro "O mundo assombrado pelos demônios", Carl Sagam: "Cada área da ciência tem o seu próprio complemento de pseudociência. Os geofísicos têm de se haver com Terras chatas, Terras ocas, Terras com eixos loucamente oscilantes, continentes que emergem e afundam rapidamente, além de profetas de terremotos. Os botânicos têm plantas cuja ardente vida emocional pode ser monitorada com detectores de mentiras, os antropólogos têm homens-macacos sobreviventes, os zoólogos têm dinossauros remanescentes, e os biólogos evolutivos têm os literalistas bíblicos mordendo o seu flanco.[...] Os físicos têm máquinas de movimento perpétuo, uma multidão de refutadores amadores da teoria da relatividade, e talvez a fusão fria. Os químicos AINDA têm a alquimia...".


A verdade é que até hoje o único lugar onde se encontrou ou encontrará uma máquina de movimento perpétuo é na série Jornada nas Estrelas.


Fontes:
Bruno Dragon
BBC.com
Inovação tecnológica


Taxonomia


Taxonomia (do Grego verbo tassein = "para classificar" e νόμος ou nomos = lei, ciência, administrar, cf "economia"), é a ciência da classificação das coisas. No início, ela era referenciada apenas para a classificação de seres vivos, onde seria chamada de "Taxonomia Alfa", hoje entendemos taxonomia por estudo de quase todas as coisas: Animadas, inanimadas lugares e até eventos.


Alguns grandes cientistas, como Durkheim e Levi-Strauss, já realizaram análises falando sobre a taxonomia, suas análises acabaram sendo chamadas de "taxonomias populares". A taxonomia é considerada por muitos antropologistas como algo natural do ser humano, onde cada um tem seu próprio sistema de aprendizado e organização, independente de qual povo ou religião pertence.


(Fonte, wikipédia)